Eduardo Braga destacou a importância das usinas solares no desafio de ampliar a oferta de eletricidade no País

 

 

A ampliação do uso alternativo de geração de energia é uma prioridade do governo federal. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou, nesta quinta-feira (1º), que a fonte solar "abre um leque de oportunidades nas suas mais diversas formas, desde a geração por usinas solares, até na microgeração distribuída".

Em discurso na abertura do Seminário de 15 anos de criação da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), o ministro afirmou ser "preciso que se engajem definitivamente em um projeto sustentável de geração distribuída a partir também da importante fonte solar”.

Braga afirmou que a expansão do uso de energia solar fotovoltaica, ou seja, transformar a exposição ao sol em energia elétrica, deverá ocorrer, no Brasil, principalmente sob a forma de geração distribuída, em telhados de prédios e casas.

”O crescimento da energia solar deverá ocorrer não somente na implantação de usinas geradoras, mas principalmente por meio de projetos da geração distribuída. Hoje, já é possível notar um crescimento do interesse da população e dos empreendedores de usar não apenas os telhados de suas residências, bem como os do comércio e da indústria para a instalação de painéis fotovoltaicos”, disse o ministro.

Braga também defendeu um novo balanço entre as fontes da matriz elétrica brasileira a partir do crescimento de termelétricas, em especial as de gás natural. Ressaltou a importância de investimento em energia eólica, "realidade incontestável, além de biomassa, pois nosso País é privilegiado por um setor sucroenergético de enorme potencial".

Um plano para sustentar a expansão da energia solar está em estudo pelo governo, disse o ministro. No Executivo, entre os envolvidos no projeto estão a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Ministério da Fazenda. 

Fonte: Portal Brasil